Grupo Cidade
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Hamilton Vessi assume expectativa para a estreia do Banana Show na Cidade 99 FM

O radialista Hamilton Vessi, mais conhecido como Banana, se prepara para estrear na Cidade 99 com o crazy Banana Show em agosto. Antes, porém, ele bateu um papo com o Frisson News. “Está todo mundo muito saudosista hoje em dia. O Banana Show é algo que você escuta e nunca sabe o que vem na sequência. É algo que eu sempre fiz a minha vida inteira, espero que a galera curta”, adiantou. Confira:

Qual a expectativa para a estreia na Cidade 99 FM?

Estou com frio na barriga. A expectativa é enorme, sempre vai ser assim, e isso é muito bom. Quando a gente senta em um lugar ou vai para uma rádio e isso ocorre sem preocupação, sem o frio na barriga, não vale a pena. É uma alegria muito grande estar mais próximo dessa cidade tão amada.

O que o público cearense pode esperar da sua participação na emissora do Grupo Cidade de Comunicação?

A participação não é uma bolinha cantada. Quando você trabalha com playlist, é muito fácil fazer uma programação. Mas a programação do Banana Show é muito demorada para ser algo que não é cantado, é algo que você não espera de repente, acontece quando está no ar.

Alguma novidade a antecipar para os nossos leitores?

Está todo mundo muito saudosista hoje em dia. O Banana Show é algo que você escuta e nunca sabe o que vem na sequência. A grande novidade é eu estando aí de volta. É algo que eu sempre fiz a minha vida inteira. Espero que a galera curta.

De que forma trabalha para manter sua atuação sempre atual e se reinventando?

Eu pesquiso muito sobre música e faço parte de alguns clubes de DJ’s americanos, onde eu recebo material novo, mas também tem muita porcaria (risos). De 100 músicas, você consegue garimpar umas cinco. Eu fico atrás das coisas boas, tento pegar algo que as pessoas, mesmo não conhecendo, gostem pela sonoridade da música, pelo acorde da música. O problema é você descobrir onde estão essas coisas. Tem muito material que recebo, e vou atrás todos os dias, não é fácil, mas, para mim, inventar no programa é algo que acontece naturalmente. Eu tenho ajuda de pessoas maravilhosas, de ótimos profissionais.

Como interpreta o papel do rádio atualmente no Brasil?

A vida da gente seria uma tristeza muito grande sem o rádio, que é nosso companheiro, que está conosco quando estamos sozinhos, sempre do nosso lado, passando informação ou dando um pouco de prazer musical. Tem que existir o rádio, importante ter o rádio na vida das pessoas, principalmente nessa época de pandemia, que a audiência do rádio cresceu muito.

A quê atribui o sucesso do Banana Show?

Eu faço da maneira que eu sou, uma banana show. Eu sou assim, eu sou espontâneo, é desse jeito eu sou. Coloco a emoção, meu sentimento no que eu faço, sempre com amor. O sucesso é fazer com amor e gostar do que está fazendo, fazer com carinho, sabe? Informação, a plástica do programa, a qualidade sonora. É um conjunto, não é uma coisa só.

Como explica estar esse tempo todo no ar com um público fiel e cativo?

Quando você passa esse tipo de sentimento no ar, a pessoa que está ouvindo capta isso, né? E as pessoas se identificam com isso. Quantos ouvintes chegaram para mim por e-mail ou por mensagem de WhatsApp falando que estavam passando por dificuldades por ter perdido uma pessoa querida e que acabou me escutando. A pessoa se anima um pouco. Ter alguém que tenta passar um pouco de alegria. Eu faço do meu jeito. Coloco o fone de ouvido e me transformo. É algo que eu não entendo, é o que vem. Acho que deveria ser porque eu só fiz isso na minha vida, e as pessoas se identificam com isso.

Como profissional, de que forma interpreta o papel da imprensa no País?

A gente vai saber o que acontece. Tem tanta informação hoje. Muito sobre política, ficou até chato. A imprensa tem um papel fundamental para que o futuro seja melhor, a informação seja melhor para quem lê, para quem escuta, para poder se posicionar como eleitor, como pessoa que enxerga o que acontece.

E de que maneira analisa os ataques sofridos pelos veículos de comunicação nacionais?

Está tudo muito politizado. Tem que saber medir as palavras.

Como tem sido sua quarentena?

Eu não sinto muito. Aqui em Jaraguá do Sul, onde eu moro, as pessoas levaram o isolamento muito a sério. E já está funcionando por aqui as coisas.


Qual a principal lição que considera que ficará para a humanidade no pós-pandemia?

É que a gente é pequeno demais, tanto quanto o vírus que infectou o mundo inteiro. A gente é pequeno diante de algo menor que causou tudo isso.

Por fim, o que espera da vida pessoal e profissional nos próximos anos?

Eu penso só na minha família. Se puder, eu tomo só água ou como pão, mas não é isso que eu quero passar e fazer com que a minha família passe. Eu quero que minha família não sinta tristeza e possa ter todos os seus desejos realizados dentro do possível. Na vida, eu desejo que minha família seja feliz no lado pessoal. No lado profissional, que eu continue tendo esse amor por aquilo que eu faço e sempre fiz a minha vida inteira, que é passar um pouco de alegria para quem precisa.

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