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Regis Danese enaltece a fé em Deus para suportar a pandemia

O Frisson News tem a honra de abrir o seu novo ciclo de entrevistas com alguém que melhor define aquilo que precisamos neste momento: fé em Deus, esperança e força. De Uberlândia, Minas Gerais, o querido Regis Danese conversou com a nossa equipe sobre fé, sucesso, milagres, família e como espera que seja o mundo no pós-pandemia. “Eu e a minha casa buscamos forças na palavra de Deus, através das pregações do YouTube, das lives, dos louvores. Falar que está sendo fácil, não está, principalmente na área financeira, porque todos os nossos eventos foram cancelados e temos uma equipe muito grande, mas acreditamos que todo Deserto tem seu fim e que vamos superar mais essa com mais maturidade, experiência e amor ao próximo. Creio plenamente em Deus, já experimentei várias vezes o poder de Deus na minha vida. A cada experiência, me aproximo e me fortaleço mais na intimidade com Deus, mas ainda quero muito mais Dele em mim. Espero realmente que, com tudo isso, tenhamos aprendido alguma coisa melhor no que diz respeito ao ser humano, valores, crenças, que o amor realmente aumente e que as pessoas parem de dar tanto valor às coisas e que pensem mais nas pessoas. Espero que o mundo se torne melhor”, analisou. Acompanhe a seguir:

Primeiro, como nasceu o interesse pela arte musical? 

Minha mãe fala que, antes de falar, eu primeiro cantei. Comecei cedo, com três anos de idade, já fazia minhas apresentações. Depois, aos 15, saí da minha cidade natal, Passos, para fazer uma dupla sertaneja, Regis & Raí. Fizemos muitos programas de TV nacional, mas eu não estava satisfeito com as condições da dupla imposta para mim e resolvi me mudar para Uberlândia, para tentar a carreira lá. Foi quando conheci o cantor Alexandre Pires, mostrei uma composição minha para ele, que gostou muito, “Te Amar Sem Medo”, que entrou no repertório do Só Pra Contrariar. Com isso, estreitamos o relacionamento, e, com o tempo, o Alexandre Pires me convidou para fazer parte do cast do SPC, como backing vocal.

Que legal, Regis. Mas o que provocou sua mudança do segmento secular para o cristão?  

Eu estava passando por uma crise no casamento, com dois anos de casado, estava quase me separando, foi quando alguém falou de Jesus para mim. Lá no SPC mesmo, eu perguntei ao Vandinho, que me evangelizou, “quero esse Jesus para mim”, foi quando ele me levou em um culto, e, ali, começou o processo de conversão na minha vida e na minha casa. Foi quando resolvi largar tudo e só cantar para Jesus.

Nossa, que impactante! De que maneira avalia a produção musical contemporânea no meio gospel?

Eu vejo a música contemporânea com mais essência, não era uma música com fórmula pronta, tinha mais lágrima.

Suas músicas são verdadeiros hits de sucesso, entoados por cantores de outras religiões e até artistas seculares. Como você interpreta tudo isso?

A música “Faz um Milagre em Mim” foi um presente de Deus para minha vida, ela veio do trono de Deus, realmente para quebrar barreiras, é uma música universal, não tem religião, ela tem uma unção sobrenatural. Nas minhas canções, sempre tento colocar uma temática, algo que estamos vivendo, como a canção “Família”, outro sucesso. A canção “Depressão”, que tem sido o mal do século, última música que lancei, fala sobre o que estamos vivendo nesse tempo de pandemia, “Desertos” não duram para sempre, tudo isso vai passar, o choro pode durar uma noite, mas o alívio vem no fim da madrugada.

Qual sua maior inspiração na hora de compor?  

Gosto muito das músicas dos anos 80 e me inspiro nelas para compor, mas a unção sempre vem quando estamos em oração. É só começar a orar, que vem uma vontade de compor.

Atualmente, com a pandemia, o mundo todo alterou sua rotina. De que forma isso impactou seu cotidiano?

Casou que, no mesmo período, fiz uma cirurgia, então, sobre ficar em casa, para mim, foi tranquilo, mas todos na minha casa ficaram muito ansiosos por estarem presos, sem poder sair, ir à escola, ir ao shopping, ir à igreja. O medo de pegar o vírus, fiquei sem ver os meus pais, que são do grupo de risco.

Como avalia sua primeira live?

A expectativa era grande, até porque as pessoas estavam me cobrando muito a live. Acredito que fui um dos últimos a fazer live por conta de uma cirurgia realizada. Veio o friozinho na barriga, mas fizemos tudo para que fosse perfeita, com muito amor e unção, foi uma noite linda, junto com a minha banda e a minha família. Louvamos quase todos os meus CD’s, foi uma noite única.

De que forma acha que o público sentiu a live?

Uma mistura de emoção e adoração, muito louvor e testemunho. Todos sentiram a presença de Deus.

Como se dá seu envolvimento com o projeto SOS Famílias do Sertão?

Tenho acompanhado de longe, há muito tempo, a seriedade desse projeto, através do Bispo Crivella, e, hoje, tenho a oportunidade de abençoar aquele povo tão carente e sofrido. Isso me enche de alegria.

De que maneira tem reagido aos impactos provocados pelo coronavírus em nossas vidas sociais, familiares e mentais?

Eu e a minha casa buscamos forças na palavra de Deus, através das pregações do YouTube, das lives, dos louvores. Falar que está sendo fácil, não está, principalmente na área financeira, porque todos os nossos eventos foram cancelados e temos uma equipe muito grande, mas acreditamos que todo Deserto tem seu fim e que vamos superar mais essa com mais maturidade, experiência e amor ao próximo.

Maravilha! Régis, como é sua relação com Deus?

Creio plenamente em Deus, já experimentei várias vezes o poder de Deus na minha vida. A cada experiência, me aproximo e me fortaleço mais na intimidade com Deus, mas ainda quero muito mais Dele em mim.

Aliás, qual a importância de Deus em sua vida?

Minha filha foi curada de Leucemia, meu casamento foi restaurado, já vi muitos milagres na minha caminhada com Deus e sei que, sem Ele, eu não seria nada.

Para finalizar, o que espera do futuro no pós-pandemia aqui no Brasil e no mundo?

Espero realmente que, com tudo isso, tenhamos aprendido alguma coisa melhor no que diz respeito ao ser humano, valores, crenças, que o amor realmente aumente e que as pessoas parem de dar tanto valor às coisas e que pensem mais nas pessoas. Espero que o mundo se torne melhor!

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